Professora Sarah -Sociologia - EAD-1
CIDADANIA - 3° Série A,B,C,D e E
1-(Enem/2017) O
conceito de democracia, no pensamento de Habermas, é construído a partir de uma
dimensão procedimental, calcada no discurso e na deliberação. A legitimidade
democrática exige que o processo de tomada de decisões políticas ocorra a
partir de uma ampla discussão pública, para somente então decidir. Assim, o
caráter deliberativo corresponde a um processo coletivo de ponderação e
análise, permeado pelo discurso, que antecede a decisão.
VITALE, D. Jürgen
Habermas, modernidade e democracia deliberativa. Cadernos do CRH (UFBA), v. 19,
2006 (adaptado).
O conceito de
democracia proposto por Jürgen Habermas pode favorecer processos de inclusão
social. De acordo com o texto, é uma condição para que isso aconteça o(a)
A) participação direta periódica do cidadão.
B) debate livre e racional entre cidadãos e Estado.
C) interlocução entre os poderes governamentais.
D) eleição de lideranças políticas com mandatos temporários.
E) controle do poder político por cidadãos mais esclarecidos.
B) debate livre e racional entre cidadãos e Estado.
C) interlocução entre os poderes governamentais.
D) eleição de lideranças políticas com mandatos temporários.
E) controle do poder político por cidadãos mais esclarecidos.
2. (Enem
2014) TEXTO l
Olhamos o
homem alheio às atividades públicas não como alguém que cuida apenas de seus
próprios interesses, mas como um inútil; nós, cidadãos atenienses, decidimos as
questões públicas por nós mesmos na crença de que não é o debate que é
empecilho à ação, e sim o fato de não se estar esclarecido pelo debate antes de
chegar a hora da ação.
TUCÍDIDES. História da Guerra do Peloponeso. Brasília: UnB, 1987 (adaptado).
TUCÍDIDES. História da Guerra do Peloponeso. Brasília: UnB, 1987 (adaptado).
TEXTO II
Um
cidadão integral pode ser definido por nada mais nada menos que pelo direito de
administrar justiça e exercer funções públicas; algumas destas, todavia, são
limitadas quanto ao tempo de exercício, de tal modo que não podem de forma
alguma ser exercidas duas vezes pela mesma pessoa, ou somente podem sê-lo depois
de certos intervalos de tempo prefixados.
ARISTÓTELES. Política. Brasília: UnB, 1985.
ARISTÓTELES. Política. Brasília: UnB, 1985.
Comparando
os textos l e II, tanto para Tucídides (no século V a.C.) quanto para
Aristóteles (no século IV a.C.), a cidadania era definida pelo(a)
a) prestígio social.
b) acúmulo de riqueza.
c) participação política.
d) local de nascimento.
e) grupo de parentesco.
a) prestígio social.
b) acúmulo de riqueza.
c) participação política.
d) local de nascimento.
e) grupo de parentesco.
3. (Enem
2010) “Pecado nefando” era expressão correntemente utilizada pelos inquisidores
para a sodomia. Nefandus: o que não pode ser dito. A Assembleia de clérigos
reunida em Salvador, em 1707, considerou a sodomia “tão péssimo e horrendo
crime”, tão contrário à lei da natureza, que “era indigno de ser nomeado” e,
por isso mesmo, nefando.
NOVAIS,
F.; MELLO E SOUZA L. História da vida privada no Brasil. V. 1. São Paulo:
Companhia das Letras. 1997 (adaptado).
O número
de homossexuais assassinados no Brasil bateu o recorde histórico em 2009. De
acordo com o Relatório Anual de Assassinato de Homossexuais (LGBT – Lésbicas,
Gays, Bissexuais e Travestis), nesse ano foram registrados 195 mortos por
motivação homofóbica no
País.
País.
Disponível
em: www.alemdanoticia.com.br/utimas_noticias.php?codnoticia=3871.
Acesso em: 29 abr. 2010 (adaptado).
Acesso em: 29 abr. 2010 (adaptado).
A
homofobia é a rejeição e menosprezo à orientação sexual do outro e, muitas vezes,
expressa-se sob a forma de comportamentos violentos. Os textos indicam que as
condenações públicas, perseguições e assassinatos de homossexuais no país estão
associadas
a) à baixa representatividade política de grupos organizados que defendem os direitos de cidadania dos homossexuais.
b) à falência da democracia no país, que torna impeditiva a divulgação de estatísticas relacionadas à violência contra homossexuais.
c) à Constituição de 1988, que exclui do tecido social os homossexuais, além de impedi-los de exercer seus direitos políticos.
d) a um passado histórico marcado pela demonização do corpo e por formas recorrentes de tabus e intolerância.
e) a uma política eugênica desenvolvida pelo Estado, justificada a partir dos posicionamentos de correntes filosófico-científicas.
a) à baixa representatividade política de grupos organizados que defendem os direitos de cidadania dos homossexuais.
b) à falência da democracia no país, que torna impeditiva a divulgação de estatísticas relacionadas à violência contra homossexuais.
c) à Constituição de 1988, que exclui do tecido social os homossexuais, além de impedi-los de exercer seus direitos políticos.
d) a um passado histórico marcado pela demonização do corpo e por formas recorrentes de tabus e intolerância.
e) a uma política eugênica desenvolvida pelo Estado, justificada a partir dos posicionamentos de correntes filosófico-científicas.
4. (Enem
2009) Segundo Aristóteles, “na cidade com o melhor conjunto de normas e naquela
dotada de homens absolutamente justos, os cidadãos não devem viver uma vida de
trabalho trivial ou de negócios — esses tipos de vida são desprezíveis e
incompatíveis com as qualidades morais —, tampouco devem ser agricultores os
aspirantes à cidadania, pois o lazer é indispensável ao desenvolvimento das
qualidades morais e à prática das atividades políticas”.
VAN ACKER, T. Grécia. A vida cotidiana na cidade-Estado. São Paulo: Atual, 1994.
VAN ACKER, T. Grécia. A vida cotidiana na cidade-Estado. São Paulo: Atual, 1994.
O trecho,
retirado da obra Política, de Aristóteles, permite compreender que a cidadania
a) possui uma dimensão histórica que deve ser criticada, pois é condenável que os políticos de qualquer época fiquem entregues à ociosidade, enquanto o resto dos cidadãos tem de trabalhar.
b) era entendida como uma dignidade própria dos grupos sociais superiores, fruto de uma concepção política profundamente hierarquizada da sociedade.
c) estava vinculada, na Grécia Antiga, a uma percepção política democrática, que levava todos os habitantes da pólis a participarem da vida cívica.
d) tinha profundas conexões com a justiça, razão pela qual o tempo livre dos cidadãos deveria ser dedicado às atividades vinculadas aos tribunais.
e) vivida pelos atenienses era, de fato, restrita àqueles que se dedicavam à política e que tinham tempo para resolver os problemas da cidade.
a) possui uma dimensão histórica que deve ser criticada, pois é condenável que os políticos de qualquer época fiquem entregues à ociosidade, enquanto o resto dos cidadãos tem de trabalhar.
b) era entendida como uma dignidade própria dos grupos sociais superiores, fruto de uma concepção política profundamente hierarquizada da sociedade.
c) estava vinculada, na Grécia Antiga, a uma percepção política democrática, que levava todos os habitantes da pólis a participarem da vida cívica.
d) tinha profundas conexões com a justiça, razão pela qual o tempo livre dos cidadãos deveria ser dedicado às atividades vinculadas aos tribunais.
e) vivida pelos atenienses era, de fato, restrita àqueles que se dedicavam à política e que tinham tempo para resolver os problemas da cidade.
5. (Enem
2013) Tenho 44 anos e presenciei uma transformação impressionante na condição
de homens e mulheres gays nos Estados Unidos. Quando nasci, relações
homossexuais eram ilegais em todos os Estados Unidos, menos Illinois. Gays e
lésbicas não podiam trabalhar no governo federal. Não havia nenhum político
abertamente gay. Alguns homossexuais não assumidos ocupavam posições de poder,
mas a tendência era eles tornarem as coisas ainda piores para seus semelhantes.
ROSS, A.
“Na máquina do tempo”. Época, ed. 766, 28 jan. 2013.
A
dimensão política da transformação sugerida no texto teve como condição
necessária a
a) ampliação da noção de cidadania.
b) reformulação de concepções religiosas.
c) manutenção de ideologias conservadoras.
d) implantação de cotas nas listas partidárias.
e) alteração da composição étnica da população.
a) ampliação da noção de cidadania.
b) reformulação de concepções religiosas.
c) manutenção de ideologias conservadoras.
d) implantação de cotas nas listas partidárias.
e) alteração da composição étnica da população.
6. (Enem
2012) TEXTO I
O que
vemos no país é uma espécie de espraiamento e a manifestação da agressividade
através da violência. Isso se desdobra de maneira evidente na criminalidade,
que está presente em todos os redutos — seja nas áreas abandonadas pelo poder
público, seja na política ou no futebol. O brasileiro não é mais violento do
que outros povos, mas a fragilidade do exercício e do reconhecimento da
cidadania e a ausência do Estado em vários territórios do país se impõem como
um caldo de cultura no qual a agressividade e a violência fincam suas raízes.
Entrevista
com Joel Birman. A Corrupção é um crime sem rosto. IstoÉ. Edição 2099; 3 fev.
2010.
TEXTO II
Nenhuma
sociedade pode sobreviver sem canalizar as pulsões e emoções do indivíduo, sem
um controle muito específico de seu comportamento. Nenhum controle desse tipo é
possível sem que as pessoas anteponham limitações umas às outras, e todas as
limitações são convertidas, na pessoa a quem são impostas, em medo de um ou
outro tipo.
ELIAS, N.
O Processo Civilizador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1993.
Considerando-se
a dinâmica do processo civilizador, tal como descrito no Texto II, o argumento
do Texto I acerca da violência e agressividade na sociedade brasileira expressa
a
a) incompatibilidade entre os modos democráticos de convívio social e a presença de aparatos de controle policial.
b) manutenção de práticas repressivas herdadas dos períodos ditatoriais sob a forma de leis e atos administrativos.
c) inabilidade das forças militares em conter a violência decorrente das ondas migratórias nas grandes cidades brasileiras.
d) dificuldade histórica da sociedade brasileira em institucionalizar formas de controle social compatíveis com valores democráticos.
e) incapacidade das instituições político-legislativas em formular mecanismos de controle social específicos à realidade social brasileira.
a) incompatibilidade entre os modos democráticos de convívio social e a presença de aparatos de controle policial.
b) manutenção de práticas repressivas herdadas dos períodos ditatoriais sob a forma de leis e atos administrativos.
c) inabilidade das forças militares em conter a violência decorrente das ondas migratórias nas grandes cidades brasileiras.
d) dificuldade histórica da sociedade brasileira em institucionalizar formas de controle social compatíveis com valores democráticos.
e) incapacidade das instituições político-legislativas em formular mecanismos de controle social específicos à realidade social brasileira.
7. (Enem
2011) TEXTO I
A ação
democrática consiste em todos tomarem parte do processo decisório sobre aquilo
que terá consequência na vida de toda coletividade.
GALLO, S.
et al. Ética e Cidadania. Caminhos da Filosofia. Campinas: Papirus, 1997
(adaptado).
TEXTO II
É
necessário que haja liberdade de expressão, fiscalização sobre órgãos
governamentais e acesso por parte da população às informações trazidas a
público pela imprensa.
Disponível
em: http://www.observatoriodaimprensa.com.br. Acesso em: 24 abr. 2010.
Partindo
da perspectiva de democracia apresentada no Texto I, os meios de comunicação,
de acordo com o Texto II, assumem um papel relevante na sociedade por
a)
orientarem os cidadãos na compra dos bens necessários à sua sobrevivência e
bem-estar.
b) fornecerem informações que fomentam o debate político na esfera pública.
c) apresentarem aos cidadãos a versão oficial dos fatos.
d) propiciarem o entretenimento, aspecto relevante para conscientização política.
e) promoverem a unidade cultural, por meio das transmissões esportivas.
b) fornecerem informações que fomentam o debate político na esfera pública.
c) apresentarem aos cidadãos a versão oficial dos fatos.
d) propiciarem o entretenimento, aspecto relevante para conscientização política.
e) promoverem a unidade cultural, por meio das transmissões esportivas.
8. (Enem
2010) A ética precisa ser compreendida como um empreendimento coletivo a ser
constantemente retomado e rediscutido, porque é produto da relação interpessoal
e social. A ética supõe ainda que cada grupo social se organize sentindo-se
responsável por todos e que crie condições para o exercício de um pensar e agir
autônomos. A relação entre ética e política é também uma questão de educação e
luta pela soberania dos povos. É necessária uma ética renovada, que se construa
a partir da natureza dos valores sociais para organizar também uma nova prática
política.
CORDI et
al. Para filosofar. São Paulo: Scipione, 2007 (adaptado).
O Século
XX teve de repensar a ética para enfrentar novos problemas oriundos de
diferentes crises sociais, conflitos ideológicos e contradições da realidade.
Sob esse enfoque e a partir do texto, a ética pode ser compreendida como
a) instrumento de garantia da cidadania, porque através dela os cidadãos passam a pensar e agir de acordo com valores coletivos.
b) mecanismo de criação de direitos humanos, porque é da natureza do homem ser ético e virtuoso.
c) meio para resolver os conflitos sociais no cenário da globalização, pois a partir do entendimento do que é efetivamente a ética, a política internacional se realiza.
d) parâmetro para assegurar o exercício político primando pelos interesses e ação privada dos cidadãos.
e) aceitação de valores universais implícitos numa sociedade que busca dimensionar sua vinculação à outras sociedades.
a) instrumento de garantia da cidadania, porque através dela os cidadãos passam a pensar e agir de acordo com valores coletivos.
b) mecanismo de criação de direitos humanos, porque é da natureza do homem ser ético e virtuoso.
c) meio para resolver os conflitos sociais no cenário da globalização, pois a partir do entendimento do que é efetivamente a ética, a política internacional se realiza.
d) parâmetro para assegurar o exercício político primando pelos interesses e ação privada dos cidadãos.
e) aceitação de valores universais implícitos numa sociedade que busca dimensionar sua vinculação à outras sociedades.
9. (Enem
2014) Parecer CNE/CP nº 3/2004, que instituiu as Diretrizes Curriculares
Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de
História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Procura-se oferecer uma resposta,
entre outras, na área da educação, à demanda da população afrodescendente, no
sentido de políticas de ações afirmativas. Propõe a divulgação e a produção de
conhecimentos, a formação de atitudes, posturas que eduquem cidadãos orgulhosos
de seu pertencimento étnico-racial — descendentes de africanos, povos
indígenas, descendentes de europeus, de asiáticos — para interagirem na
construção de uma nação democrática, em que todos igualmente tenham seus
direitos garantidos.
BRASIL.
Conselho Nacional de Educação. Disponível em: www.semesp.org.br. Acesso em: 21
nov. 2013 (adaptado).
A orientação adotada por esse parecer fundamenta uma política pública e associa o princípio da inclusão social a
a) práticas de valorização identitária.
b) medidas de compensação econômica.
c) dispositivos de liberdade de expressão.
d) estratégias de qualificação profissional.
e) instrumentos de modernização jurídica.
A orientação adotada por esse parecer fundamenta uma política pública e associa o princípio da inclusão social a
a) práticas de valorização identitária.
b) medidas de compensação econômica.
c) dispositivos de liberdade de expressão.
d) estratégias de qualificação profissional.
e) instrumentos de modernização jurídica.
10. (Enem
2012) “Na regulação de matérias culturalmente delicadas, como, por exemplo, a
linguagem oficial, os currículos da educação pública, o status das Igrejas e
das comunidades religiosas, as normas do direito penal (por exemplo, quanto ao
aborto), mas também em assuntos menos chamativos, como, por exemplo, a posição
da família e dos consórcios semelhantes ao matrimônio, a aceitação de normas de
segurança ou a delimitação das esferas pública e privada — em tudo isso
reflete-se amiúde apenas o auto entendimento ético-político de uma cultura
majoritária, dominante por motivos históricos. Por causa de tais regras,
implicitamente repressivas, mesmo dentro de uma comunidade republicana que
garanta formalmente a igualdade de direitos para todos, pode eclodir um
conflito cultural movido pelas minorias desprezadas contra a cultura da
maioria.”
HABERMAS,
J. A inclusão do outro: estudos de teoria política. São Paulo: Loyola, 2002.
A
reivindicação dos direitos culturais das minorias, como exposto por Habermas,
encontra amparo nas democracias contemporâneas, na medida em que se alcança:
a) A
secessão, pela qual a minoria discriminada obteria a igualdade de direitos na
condição da sua concentração espacial, num tipo de independência nacional.
b) A
reunificação da sociedade que se encontra fragmentada em grupos de diferentes
comunidades étnicas, confissões religiosas e formas de vida, em torno da coesão
de uma cultura política nacional.
c) A
coexistência das diferenças, considerando a possibilidade de os discursos de auto
entendimento se submeterem ao debate público, cientes de que estarão vinculados
à coerção do melhor argumento.
d) A autonomia
dos indivíduos que, ao chegarem à vida adulta, tenham condições de se libertar
das tradições de suas origens em nome da harmonia da política nacional.
e) O
desaparecimento de quaisquer limitações, tais como linguagem política ou
distintas convenções de comportamento, para compor a arena política a ser
compartilhada.
11. (Uff
2012) Aristóteles considerava que era melhor para a sociedade a soberania
política ser entregue ao povo, como ocorre na democracia, do que a alguns
homens notáveis, como na oligarquia ou aristocracia. Ele argumentava que, mesmo
que um indivíduo isoladamente não fosse muito competente no ato de julgar,
quando unido a outros cidadãos julga melhor, porque a união reúne as qualidades
de cada um.
A
vantagem da democracia, segundo o ponto de vista de Aristóteles, seria a de
a)
Combinar as qualidades de muitos e neutralizar seus defeitos.
b)
Garantir que os defeitos do povo sejam corrigidos pela elite.
c)
Proporcionar à maioria as vantagens da corrupção.
d)
Permitir que os grandes homens falem em nome de todos.
e)
Promover o anonimato das opiniões e decisões.
12. (UECE)
São princípios básicos da democracia:
a)
governo forte e soberano.
b)
soberania popular e igualdade de direitos.
c)
sistemas de governos independentes da vontade popular
d)
eleições indiretas e sufrágio universal dos alfabetizados
13.
(Concurso SSP-SP) Resolução proclamada pela Assembleia Geral da ONU contém trinta artigos, precedidos de um
preâmbulo, na qual se assegura o princípio da indivisibilidade dos direitos aos
seres humanos .
a) Carta
das Nações Unidas
b)
Declaração universal dos direitos humanos
c)
Declaração americana dos direitos humanos
d)
Declaração dos direitos do homem e do cidadão.
14. (UFU-MG) Leia o texto:
A constituição não existe no vácuo, mas em funcionamento. E só
funcionará se, além de legítima, for um texto suficientemente genérico e
econômico [...] para acomodar pluralismo que se pretende numa sociedade
democrática e para ter o grau de flexibilidade necessário à sua sobrevivência
diante de futuras alterações de realidade.
João Ubaldo Ribeiro. Política: quem manda,
porque manda, como manda.
Rio
de Janeiro: Nova fronteira, 1986, p.134.
Analise as informações que seguem.
I. Um
estado democrático não possui constituição.
II.
Constituição é o conjunto de normas que se sobrepõe a todas as outras.
III. A
sociedade democrática possui meios para realizar os ideais presentes na constituição.
IV. A ação do
governo não é limitada pela lei constitucional, em uma sociedade democrática.
Selecione a alternativa correta:
a) I e IV estão
corretas.
b) II e III estão
corretas.
c) II,III e IV estão
corretas.
d) I,II e III estão
corretas.
15. (UFSCAR-) Leia a
seguinte nota jornalística de 1884.
Escravos premiados com a liberdade
É notório o serviço relevantíssimo que, por ocasião do motim
levantado na casa de detenção, à 12 de Dezembro último, por grande número que
tentaram evadir-se, prestaram a ordem pública os escravos ali reclusos em
número superior a 100 [...] Estes homens, apesar de sua humilde condição de
escravos, procederam então como procederiam bons cidadãos, adquiriram,
portanto, o direito de serem levados até a altura de verdadeiros cidadãos.
Jornal
província de São Paulo, 20/01/1884.
A partir da análise do documento é correto deduzir que, na
época, acreditava-se que:
a) A educação na
senzala possibilitava ao escravo ema formação para ser um cidadão.
b) O escravo devia
provar seu mérito, em atitudes e comportamentos, para ingressar na sociedade
civilizada.
c) A intransigência da
escravidão estava ameaçada por leis nacionais relacionadas aos direitos
humanos.
d) Da perspectiva do
caráter, por princípio, a sociedade exigia igualmente dos brancos e negros e
dos homens livres e escravos.
e) A condição de
escravo era socialmente semelhante a de um cidadão, quando não cometia
infrações criminais.
16. (UEL-PR) Leia o
texto a seguir:
Um povo, portanto, só será livre quando tiver todas as condições
de elaborar suas leis num clima de igualdade, de tal modo que a obediência a
essas mesmas leis signifique, na verdade, uma submissão à deliberação de si
mesmo e de cada cidadão, como partes do poder soberano. Isto é, uma submissão à
vontade geral e não à vontade de um indivíduo em particular ou de um grupo de
indivíduos.
Com base no texto é correto afirmar que:
a) A legislação que
rege o estado deve ser elaborada por um indivíduo escolhido para tal e que se
tornará o soberano desse estado.
b) A liberdade de uma
nação é ameaçada quando se confere ao povo o direito de discutir a legitimidade
das leis às quais está submetido.
c) Devido à ignorância
e ao atraso do povo, deve-se atribuir a especialistas competentes o papel de
legisladores.
d) A legitimidade das
leis depende de que as mesmas sejam elaboradas pelo conjunto de cidadãos,
expressão da liberdade do povo.
e) A vontade do
monarca, cujo poder é assegurado pela hereditariedade, deve prevalecer na
elaboração das leis.
17. (UFF-RJ) Fruto da
Revolução Francesa, a Declaração dos direitos humanos e do cidadão foi
discutida e aprovada entre 20 a 26 de agosto de 1789. Indique dois valores
consagrados por essa Declaração.
18- (UEFS-BA) Leia o texto:
A expressão Direitos humanos é utilizada em direito
internacional para indicar os direitos de todos os seres humanos. Geralmente,
são divididos em direitos civis e direitos políticos, que não devem ser
restringidos pelos governos, e direitos econômicos, sociais e culturais, que os
governos deviam oferecer
Em alguns momentos da história brasileira, os direitos humanos
foram violentados. Um direito humano igualmente atingido pela ditadura Vargas (1937-1945)
e pela ditadura militar(1964-1985) foi a:
a) Liberdade de culto.
b) Garantia à
educação.
c) Posse da
propriedade privada.
d) Inserção no mercado
de trabalho.
e) Livre expressão dos
meios de comunicação.
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