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quinta-feira, 18 de junho de 2020

Biologia Professora Silvania Ano/ Série: 2° – Turma: A, B, C e D Data: (15 a 19/06/2020)

Este é um convite para você preencher o formulário:
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScUcCZvBGcvpAZteJWjKmDl_v74F6JDSuQ02pP_01UOhVIDqg/viewform?usp=sf_link
Aula semana 15 a 19/06/2020
E. E. Índia Vanuíre
Disciplina : Biologia
Professora Silvania
Ano/ Série: 2° – Turma: A, B, C e D
N ° de Aulas: 2
Data: 15 a 19/06/2020

Conteúdo/Tema:
Mitose e câncer

Objetivo:
Relacionar as funções vitais das células a seus respectivos componentes.

Competência:
Investigar situações-problema e avaliar aplicações do conhecimento científico e tecnológico e suas implicações no mundo, utilizando procedimentos e linguagens próprios das Ciências da Natureza, para propor soluções que
considerem demandas locais, regionais e/ou globais, e comunicar suas descobertas e conclusões a públicos variados, em diversos contextos e por meio de diferentes mídias e tecnologias digitais de informação e
comunicação (TDIC).

Habilidade:
(EM13CNT207) Identificar, analisar e discutir vulnerabilidades vinculadas às vivências
e aos desafios contemporâneos aos quais as juventudes estão expostas, considerando
os aspectos físico, psicoemocional e social, a fim de desenvolver e divulgar ações de
prevenção e de promoção da saúde e do bem-estar.

Estratégia:
Analise de vídeo;
Leitura e análise de texto;
Realização de atividades.
PREENCHER FORMULÁRIO

Física – Prof.(a): Marlene Vitolberg Ano/Série: 2º – Turma: A, B, C e D. Data: (15/06/2020 a 19/06/2020)

E.E. Índia Vanuíre
Disciplina: Física – Prof.(a): Marlene Vitolberg
Ano/Série: 2º – Turma: A, B, C e D.
Nº de aulas: 02
Data: 15/06/2020 ao 19/06/2020









Conteúdo/Tema: Energia mecânica; quantidade de calor; experimento de Joule.
Objetivo(s): Entender o conceito histórico do modelo de calor e desenvolver exercícios sobre quantidade de calor.
Habilidade(s): Reconhecer a evolução histórica do modelo de calor, a unificação entre trabalho mecânico e calor e o princípio de conservação da energia.
Estratégia(s): Interpretar e resolver problemas em diferentes contextos do cotidiano.
Deixe a resposta em cada exercício, registre como você chegou à resposta do exercício.

CALOR COMO ENERGIA:
Você já reparou o que acontece quando esfrega suas mãos ou atrita uma moeda em uma superfície áspera? E quando você comprime rapidamente uma bomba manual de encher pneu de bicicleta? Essas situações são exemplos simples associados á produção de calor: as mãos, a moeda e a bomba manual de encher pneu de bicicleta esquentaram após serem atritadas. De onde vem o calor para esse aquecimento? O que é necessário para que ele seja produzido? Como aproveitar o calor?  Responder a essas questões permitirá compreender melhor a relação entre calor e trabalho mecânico bem como as transferências e as transformações de energia associadas.

Para o bom entendimento do conteúdo assista aos vídeos abaixo:
Máquina térmica, Eolípila: https://www.youtube.com/watch?v=DwLjPIrAG0U

CALOR não é uma nova grandeza, calor é energia. Portanto, no S.I. a unidade de calor ou quantidade de calor, cujo símbolo é Q é a própria unidade de energia – o joule.
Outra unidade prática e mais familiar - a caloria - tende a ser abandonada.

CAPACIDADE TÉRMICA:
Capacidade térmica C de um corpo é a razão entre a quantidade de calor transferida Q e a variação de temperatura provocada:
Q = C. ΔT
CALOR ESPECÍFICO:
Calor específico c é a quantidade de calor que deve ser fornecida ou retirada para que a massa unitária de uma substância sofra uma variação unitária de temperatura para mais ou para menos.
Q = m . c . ΔT

Baseado nas fórmulas acima resolva os exercícios:
Hab- Calcular capacidade térmica.
1- Qual é a capacidade térmica de um corpo de massa m= 200g e calor específico c = 0,23 cal/g°C

Hab- Calcular calor específico e capacidade térmica.
2- Um corpo de massa m = 300g recebeu 6000cal e sua temperatura variou de 100°C sem mudança de estado. Determine:
a) o calor específico da substância que constitui o corpo
b) a capacidade térmica do corpo.

Hab- Calcular quantidade de calor.
3- Que quantidade de calor deve ser fornecida para aquecer de 80°C um bloco de cobre de massa m = 200g.   Dado: Ccu= 0,09 cal / g°C .

Hab- Calcular quantidade de calor.
4- Qual será a variação de temperatura sofrida por um bloco de ferro de massa m=500g após receber 24000cal. Dado calor específico do ferro 0,12 cal/g°C.

 Hab – Calcular o calor específico.
5- Uma barra de ouro de massa m= 100g recebe 320 cal e sua temperatura passa de 100°C para 110° C. Determine o calor específico do ouro.


Geografia – Prof. (a): Cristiane Rocha Ano/Série: 2º – Turma: A, B, C e D Data 15/06 a 19/06/2020


E.E. Índia Vanuíre 

Disciplina: Geografia – Prof. (a): Cristiane Rocha 

Ano/Série: 2º – Turma: A, B, C e D
Nº de aulas: 2 17/06/2020

Tema: Os Circuitos de Produção e O Espaço Industrial
Objetivo: Identificar elementos representativos das diferentes fases da industrialização brasileira;
Habilidades: Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo físico, social, cultural e digital para entender e explicar a realidade, continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva;
Estratégia: Leitura e análise do texto, atividades Apostila página 61 a 63, Atividade 1: a, b, c e d
 Queridos alunos para aprofundar os estudos sobre a Industrialização Brasileira proponho que assistam o vídeo do centro de mídias https://youtu.be/3gydNgSw3jk  após realizem a leitura e análise do texto, e atividades na apostila. As atividades deverão ser realizadas na apostila ou caderno, neste momento não é necessário enviar as atividades para o professor.

INDUSTRIALIZAÇÃO BRASILEIRA: VARGAS E JK

As atividades econômicas brasileiras eram espacialmente dispersas pelo território e praticamente autônomas até a década de 1930. Havia uma organização espacial de arquipélagos econômicos regionais, uma vez que a maior parte das indústrias de bens de consumo existentes à época (geralmente ligadas aos setores alimentício e têxtil) escoavam boa parte de sua produção em escala regional, com poucas mercadorias sendo destinadas a outras regiões do país

FASE DE SUBSTITUIÇÃO DE IMPORTAÇÕES 

Em 1929, ano da crise econômica mundial decorrente da quebra da bolsa de valores de Nova York, a economia brasileira ainda era largamente dependente da exportação de gêneros agrícolas – principalmente café. Porém, a Grande Depressão nos EUA reduziu muito a demanda pelo café brasileiro, o que gerou uma crise do café no Brasil e promoveu profundas transformações políticas em nosso país. A queda nos preços do café e a quebra das indústrias americanas dificultou a importação de bens de consumo, fazendo com que os preços dos produtos fabricados no Brasil se tornassem, pela primeira vez na história, mais vantajosos que os dos importados.
Ainda que a agricultura tenha continuado a ser protagonista nas exportações brasileiras até a década de 1970, a produção de café perdeu importância, já que houve uma diversificação na pauta de produtos agrícolas exportados. Além disso, a crise do café promoveu uma crise política no país, que culminou na Revolução de 1930. Nesse momento, as oligarquias paulistas e mineiras perderam poder, abrindo espaço para a chegada do gaúcho Getúlio Vargas à presidência, um político nacionalista e ligado a grupos favoráveis ao processo de industrialização.
Vargas foi o responsável por iniciar efetivamente uma política industrial de substituição de importações. Seu governo priorizou a implantação de indústrias estatais para atuarem em setores estratégicos, especialmente na área de bens de produção e de infraestrutura. A implantação desses setores dependia de alto investimento inicial e possuía um retorno de capital lento, o que os tornava desinteressantes ao capital privado nacional e ao estrangeiro.
Com efeito, a ação estatal foi fundamental para alavancar a indústria brasileira neste período. Além de fornecer os bens de produção e os serviços de que os industriais privados necessitavam em suas indústrias de bens de consumo, o Estado cobrava por isso preços mais baixos que aqueles que seriam cobrados pelas empresas privadas, fossem elas nacionais ou estrangeiras. Logo, nota-se o caráter fortemente protecionista e nacionalista da política industrial aplicada à época.

            SUBSTITUIÇÃO DE IMPORTAÇÕES

Entende-se por substituição de importações o início da produção nacional de um produto antes importado. Implica a mudança qualitativa no comércio exterior do país, uma vez que aumenta também a importação de máquinas e equipamentos para a produção fabril. Segundo a Cepal (Comissão Econômica para a América Latina), o relacionamento dos países exportadores de matérias-primas com os países desenvolvidos era caracterizado pela “deterioração das relações de troca”, ou seja, os preços dos produtos primários se depreciavam em relação aos dos produtos industrializados. Logo, a saída seria adotar um modelo de industrialização por substituição de importações, com o objetivo de atender ao mercado interno, construindo um processo de desenvolvimento
“voltado pra dentro”.
Até 1930, a precária produção industrial nacional possuía uma enorme dependência de matérias-primas e máquinas compradas no exterior. Desta forma, a Grande Depressão foi o momento de ruptura da economia brasileira com o modelo primário-exportador. Ou seja, ainda que a expressão substituição de importações possa ser usada desde que a primeira unidade fabril se instalou no Brasil, foi apenas no governo de Getúlio Vargas que teve início uma política industrial baseada em medidas fiscais e
cambiais que visavam a substituição de produtos importados por bens fabricados em território brasileiro. O saldo desse processo foi a rápida ascensão da indústria, que passa a ser o principal fator dinâmico da economia brasileira. Era, contudo, um processo de industrialização ainda incompleto, na medida em que os setores produtores de bens de capital e bens intermediários ainda eram pouco desenvolvidos no país.
Até os anos 1930, as indústrias em território brasileiro eram, com poucas exceções, do setor de bens de consumo não duráveis, tendo o capital privado nacional como a maior fonte dos seus recursos. Já durante o governo Vargas, foi a vez do capital estatal se tornar financiador das indústrias.
Cabe destacar que, até a crise de 1929, as ideias liberais eram predominantes no mundo capitalista, e acreditava-se que o livre comércio e as forças do mercado seriam capazes por si só de promover maior crescimento da economia e desenvolvimento. Contudo, a depressão americana deu início a uma época em que os governos passaram a intervir intensamente na economia, seguindo um conjunto de práticas recomendadas pelo keynesianismo.
Portanto, durante os diferentes períodos em que esteve no poder (1930-1945 e 1951-1954), Vargas levou à frente uma política de intervencionismo estatal na qual o dinheiro público permitiu a criação de estatais, que visavam suprir o país com bens de produção e bens de capital, incluindo matéria-prima, minérios, combustíveis, eletricidade, veículos, máquinas, motores e siderurgia. Dentre as estatais criadas no período, destacam-
se as seguintes empresas: Companhia Vale do Rio Doce (CRVD); Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf); Fábrica Nacional de Motores (FNM); Companhia Siderúrgica Nacional (CSN); Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); e Petrobras.

A ATUAÇÃO DO ESTADO NA INDUSTRIALIZAÇÃO 

As décadas posteriores ao fim da Segunda Guerra Mundial ficaram conhecidas como anos dourados do capitalismo, e foram marcadas por um expressivo crescimento econômico nas sociedades ocidentais. Durante este período, as políticas públicas estavam fortemente influenciadas pela ideologia keynesiana, em que o Estado é percebido como agente político e econômico apto a conduzir projetos de desenvolvimento capazes de expandir a produção e o emprego, permitindo superar desequilíbrios espaciais e as fases recessivas dos ciclos econômicos inerentes ao sistema capitalista.
É nesse cenário que o planejamento estatal, até então considerado uma característica exclusiva do sistema socialista, passa a ser aceito e se torna uma prática comum nos países capitalistas. Partilhava-se da ideia de que o desenvolvimento econômico era um objetivo comum a todos, e que o Estado era o principal ator desse processo, atuando como investidor, regulador e protetor do mercado interno e da indústria nacional. O pensamento da Cepal dominava as análises sobre as economias latinoamericanas e orientava muitas das propostas de política econômica nesse período, nas quais predominava a visão de que o desenvolvimento deveria ser alcançado através da industrialização e da ação do Estado de Bem Estar Social.
A maior parte das novas indústrias criadas no período Vargas foram instaladas no eixo geográfico SP-RJ, aprofundando a concentração fabril já existente na região desde meados do século XIX, em consonância com o típico modelo de economia de aglomeração. Tal concentração industrial no Sudeste cresceu ainda mais no período de governo de Juscelino Kubitschek (1956-1961), político responsável por intensificar a política de substituição de importações através de uma fórmula nacionaldesenvolvimentista, diferente da de Getúlio.
Com base em outra ideologia político-econômica, o projeto de Kubitschek previa o fomento a uma economia mista, na qual o Estado continuaria a intervir diretamente na economia através de empresas estatais, mas prioritariamente nas áreas em que faltasse interesse ou recursos ao setor privado. Ao mesmo tempo, defendia-se que o capital privado fosse estimulado através de incentivos estatais. Reconhecia-se inclusive que o capital privado estrangeiro poderia ser importante na economia brasileira, mas que sua entrada no país deveria ocorrer sob regulação estatal. Logo, pode-se afirmar que Juscelino retomou, com ainda mais intensidade, uma política com características mais liberais que já havia sido experimentada no governo Dutra (1951-1954), durante o breve período em que Vargas e sua política nacionalista estiveram fora do comando da economia brasileira.
Ainda que tenha terminado seu governo com enormes avanços na área fabril, muitos são os autores que afirmam que a industrialização sob o governo Vargas se manteve restrita, uma vez que nem o governo, através do capital estatal, e muito menos os empresários brasileiros, através do capital privado nacional, tinham condições financeiras suficientes para alavancar de forma eficaz todos os ramos da indústria de base. Além disso, o parque industrial brasileiro ainda carecia de um importante setor: o de bens de consumo duráveis, que necessitam de alto investimento econômico e tecnológico. Por fim, a nossa industrialização ainda era espacialmente restrita, estando concentrada em pequenas porções do território nacional, assim como continuava a existir um baixo nível de integração entre as regiões brasileiras. De qualquer forma, o capitalismo brasileiro prosseguia no caminho do desenvolvimento industrial.
Nesse sentido, o governo JK deu continuidade à política de substituição de importações iniciada por Vargas, mas com um novo componente: a abertura da economia para a entrada de capitais estrangeiros em larga escala. Juscelino pretendia pôr em prática um Plano de Metas, cujo slogan era o de desenvolver o Brasil “50 anos em 5”. Com isso, visava tornar o país interessante para os investimentos estrangeiros, tidos como necessários para implementar as indústrias de bens de consumo duráveis.  
Desta forma, foram feitos maciços investimentos estatais em infraestrutura e em setores diversos da economia, com destaque para as áreas de energia e transportes, que sozinhas receberam 73% dos capitais públicos aplicados. E como resultado, ocorreu uma expressiva entrada de investimentos privados estrangeiros no país, principalmente nos setores químico-farmacêutico, automobilístico e de eletrodomésticos.
Sendo assim, a economia industrial brasileira passava a se basear em três diferentes tipos de produção industrial e fontes de recursos: as indústrias de bens de consumo não-duráveis, que foram as primeiras a se desenvolverem em solo nacional, ainda no século XIX, e que eram sustentadas pelo capital privado nacional, ou seja, pelos empresários brasileiros; as indústrias de bens de produção e de bens de capital, criadas com capital estatal a partir do governo Vargas e assim mantidas por Kubitschek; e as indústrias de bens de consumo duráveis, criadas principalmente com recursos vindos de empresas multinacionais, ou seja, pelo capital privado estrangeiro. Consolidava-se assim o Tripé Econômico ou Tripé da Produção Industrial Nacional.
Tripé da Produção Industrial Nacional


Ou seja: Durante o governo JK a economia se consolidou com base em um tripé, sendo que dois dos capitais aplicados e dos tipos de indústrias já existiam no Brasil. Logo, a novidade foi a chegada do capital privado estrangeiro e das indústrias de bens de consumo duráveis, até então pouco expressivas no país.
Portanto, o período JK é caracterizado por uma internacionalização da industrialização brasileira, que somada à forte atuação estatal, foi responsável por expandir o parque industrial brasileiro e gerar um período de intenso crescimento da economia. Em seu governo, houve uma política de integração nacional através de rodovias, bem como a transferência da capital para o Centro-oeste e um planejamento econômico para o desenvolvimento de outras regiões, materializado através da criação da Sudene (Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste). Contudo, a concentração industrial continuou a se aprofundar na região Sudeste, intensificando as migrações interregionais e fazendo com que, especialmente no Rio de janeiro e em São Paulo, passasse a ocorrer uma urbanização desordenada. Ademais, os altos gastos públicos por conta do Plano de Metas levaram a um significativo aumento da inflação e da dívida externa, o que representaria um desafio para seus sucessores. 

Cultura dos imigrantes

Os imigrantes deixaram contribuições importantes na cultura brasileira. A história da imigração no Brasil começou no ano de 1808, com a abertura dos portos às nações amigas, feita por D. João.
Para povoar o território, vieram famílias portuguesas, açorianas, que se estabeleceram no Rio Grande do Sul. Vieram ainda suíços, prussianos, espanhóis, franceses, sírios, libaneses, poloneses, ucranianos, japoneses e italianos.
O grande destaque, no entanto, foram os italianos e os alemães, que chegaram em grande número. Eles se concentraram nas regiões sul e sudeste do país, deixando importantes marcas de suas culturas, principalmente na arquitetura, na língua, na culinária, nas festas regionais e folclóricas. A cultura vinícola do sul do Brasil se concentra principalmente na região da serra gaúcha e de Campanha, onde predomina descendentes de italianos e alemães.
Na cidade de São Paulo, em virtude do grande fluxo de italianos, surgiram bairros como o Bom Retiro, Brás, Bixiga e Barra Funda, onde é marcante a presença de italianos, seus aspectos culturais e seus restaurantes com as comidas típicas como a macarronada, a pizza, a lasanha, o canelone, entre outras.



quarta-feira, 17 de junho de 2020

Língua Portuguesa- Professora Elisângela Filletti Ano/série: 2º C Data:( 15/06 a 19/06 )


E.E Índia Vanuíre
Disciplina: Língua Portuguesa- Professora Elisângela Filletti
Ano/série: 2º C
Nº de aulas: 5
Data: 15/06 a 19/06 (2º bimestre)

Conteúdo/ tema: Romantismo brasileiro e português.
                        Habilidade: Conhecer o Movimento literário: Romantismo.
         Estratégia: Pesquisar na internet ou livro didático.

Responder no caderno e enviar a foto via whats... 99763 9842 ou e-mail...






segunda-feira, 15 de junho de 2020

Eletiva e Projeto de Vida Ano/Serie: 2º Turma:/B/C Professor: Edna Fatarelli e Isabel Bidóia. Data: 15 a 19/06/2020

E.E. Índia Vanuíre
Disciplinas do INOVA: Eletiva e Projeto de Vida
Ano/Serie: 2º Turma:  B/C/    Professor: Edna Fatarelli e Isabel Bidóia.
Data: 15 a 19/06/2020
(05 aulas)

Conteúdo/Tema: CYBERBULLYING
Objetivo: Entender o que é o Cyberbullying e os danos que pode causar para a vida das pessoas que sofrem esse tipo de agressão.
Competência socioemocional em foco: Amabilidade (Empatia, respeito e confiança).
Estratégia: Analise de vídeo; leitura e análise de tirinha; desenvolvimento de caça-palavras com temas relacionados ao Cyberbullying. 

Prezados alunos,
Vocês já ouviram falar ou sabem o que é o Cyberbullying?
Se você sabe o que é, vamos refletir um pouco mais sobre esse assunto tão importante? 
Se você ainda não sabe o que é, que tal aprender?  Vamos lá...

Atividade 1:
Assista ao vídeo abaixo (2 minutos) clicando no link:


Como vimos no vídeo, Cyberbullying são práticas de agressão moral organizadas por grupos, contra uma determinada pessoa e alimentadas via internet.

Atividade 2:
Leia a tirinha abaixo “BRINCADEIRA DE MAU GOSTO” e, posteriormente, responda ao solicitado.



1- O que as duas garotas fizeram? Você concorda com a atitude delas?
2- Qual a intenção das garotas ao expor os colegas?
3- Qual meio de comunicação foi utilizado para propagar a brincadeira de mau gosto? Na sua opinião por que as garotas escolheram esse meio?
4- Qual a reação dos garotos no dia seguinte ao chegarem na escola? Como você acha que eles se sentiram?
5- Qual atitude dos garotos após se depararem com as fotos alteradas deles na escola?
6- Após revelarem ao diretor quem foram as autoras da brincadeira de mau gosto o que aconteceu com as meninas?
7- Se fosse você o aluno prejudicado pelas garotas como você se sentiria? O que você faria?
8- Qual a moral dessa tirinha?
9- A situação apresentada na tirinha denomina-se cyberbullying e é muito comum no dia a dia. Cyberbullying é um tipo de violência praticada contra alguém através da internet ou de outras tecnologias relacionadas. Praticar cyberbullying significa usar o espaço virtual para intimidar e hostilizar uma pessoa (colega de escola, professores, ou mesmo desconhecidos), difamando, insultando ou atacando covardemente. Você conhece casos de Cyberbullying? Comente.

Atividade 3:
Para terminar, encontre as palavras abaixo no caça-palavras:

CYBERBULLYING – INTERNET – AGRESSÃO – REDES SOCIAIS – CHAT – SEGURANÇA – OFENSAS

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Esperamos que tenham refletido sobre o Cyberbullying!
Não participe! Denuncie!
Abraços!